Pensamento crítico é a habilidade que fará a diferença na era da inteligência artificial

04:30 segundos
O que você vai ler aqui:

A inteligência artificial já faz parte da rotina de empresas, escolas e instituições de ensino. Automatizar tarefas, acelerar processos e ampliar a produtividade nunca foi tão acessível. Mas, diante desse cenário, uma pergunta se torna cada vez mais importante: como garantir que a tecnologia fortaleça, e não substitua, a capacidade humana de pensar?

Essa foi uma das principais reflexões apresentadas pela futurista Martha Gabriel durante sua palestra no Edu Summit 2026, um dos mais relevantes eventos de inovação e educação do país. Como parceiro do encontro, o PagCorp esteve presente acompanhando as discussões que estão moldando o futuro da gestão educacional, reforçando seu compromisso em oferecer soluções que unem tecnologia, eficiência operacional e inteligência para a tomada de decisões.

Ao longo da apresentação, Martha defendeu que, em um mundo cada vez mais automatizado, o maior diferencial competitivo continuará sendo a capacidade das pessoas de analisar, questionar e tomar decisões conscientes.

Um dos principais alertas da especialista foi sobre o uso indiscriminado da inteligência artificial para substituir etapas do processo de aprendizagem e do pensamento.

Segundo Martha Gabriel, estudos já mostram que utilizar a IA como ponto de partida para todas as atividades pode reduzir o envolvimento cognitivo e comprometer o desenvolvimento das pessoas.

“Um estudo do MIT (Massachusetts Institute of Technology) mostrou que quem usou diretamente a IA teve uma atividade cerebral mais baixa, não lembrava do que havia produzido e não tinha senso de autoria. Já quem pensou primeiro e depois utilizou a IA apresentou uma atividade cerebral muito maior. A inteligência artificial ampliou sua capacidade cognitiva. Por isso, a IA não pode ser piloto automático, ela precisa ser copiloto. É sempre pensar antes, IA depois”, afirmou Martha.

Para a futurista, a tecnologia representa um enorme potencial de evolução, mas somente quando utilizada para ampliar capacidades humanas e não para substituir habilidades essenciais, como análise, criatividade e pensamento crítico.

Pensamento crítico

Outro ponto de destaque da palestra foi o impacto da inteligência artificial sobre as competências exigidas no mercado de trabalho. Martha Gabriel lembrou que a facilidade de obter respostas prontas não elimina a necessidade de interpretar informações, identificar vieses e fazer boas perguntas, habilidades que continuarão sendo exclusivamente humanas.

“O pensamento crítico é a principal habilidade. Sem ele, você não sabe como usar a criatividade, qual tecnologia escolher ou com quem colaborar. Pensar criticamente é o novo luxo. Dopamina é fácil. Lucidez e clareza não são. Pensar exige energia, exige repertório e exige intenção”, revelou Martha.

Ela também destacou que organizações de todo o mundo já começam a valorizar profissionais capazes de realizar análises independentes, mesmo diante do avanço da IA generativa.

Entre os pilares apresentados para fortalecer o pensamento crítico estão o ceticismo amável, a redução de vieses cognitivos, a lógica, a construção de repertório e um sólido conjunto de valores para orientar decisões.

Ad

Ética e pessoas

Ao abordar o avanço da inteligência artificial, Martha Gabriel reforçou que decisões baseadas apenas em critérios técnicos podem gerar consequências negativas quando não passam pelo filtro humano.

“As decisões técnicas precisam ser filtradas pela atitude, pela moral e pela ética humana. Com a IA, o impacto é sistêmico. O que você faz pode afetar muitas pessoas. Por isso, disciplina, integridade e responsabilidade deixam de ser diferenciais e passam a ser competências essenciais para qualquer profissional”, afirmou.

Martha também lembrou que a qualidade das respostas geradas pela IA depende diretamente da qualidade das perguntas feitas pelas pessoas. “Máquinas são para respostas; humanos são para perguntas”, resumiu a especialista ao reforçar que o pensamento crítico continuará sendo indispensável para orientar o uso responsável da tecnologia.

Tecnologia transformando a gestão

As reflexões apresentadas no Edu Summit 2026 reforçam que inovação não significa apenas incorporar novas ferramentas, mas utilizá-las para tornar pessoas e organizações mais eficientes.

Esse princípio também orienta a atuação do PagCorp. Ao automatizar processos financeiros, centralizar a gestão de despesas corporativas, simplificar pagamentos, oferecer maior controle sobre cartões corporativos e ampliar a governança financeira, a empresa permite que gestores deixem de dedicar tempo a atividades operacionais para focar em decisões estratégicas.

No setor de educação, isso significa proporcionar mais eficiência administrativa para que instituições de ensino possam direcionar esforços ao que realmente gera valor: a qualidade da gestão, o desenvolvimento de pessoas e a construção de ambientes preparados para formar profissionais capazes de pensar criticamente em um mundo cada vez mais conectado e impulsionado pela inteligência artificial.

Foi justamente essa a principal mensagem deixada por Martha Gabriel: o futuro pertence às organizações que conseguem equilibrar tecnologia e inteligência humana, utilizando a inovação para potencializar pessoas e não para substituir aquilo que elas têm de mais valioso: sua capacidade de pensar.

Conheça o PagCorp e transforme a gestão de despesas corporativas da sua empresa com processos automatizados e relatórios em tempo real. Agende uma demonstração!

Imagem: PagCorp

O que você vai ler aqui:
Ad

A melhor gestão começa com conhecimento.

PagCorp é sistema, app e cartões Mastercard ilimitados.
A solução que incorpora eficiência, agilidade e inteligência à gestão de despesas corporativas. Faça como mais de 5 mil empresas! Incorpore o futuro.

    FALE COM ESPECIALISTA









    ARTIGOS RELACIONADOS